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Cidades

PREFEITURA MONITORA OXIGÊNIO PARA EVITAR DESABASTECIMENTO

Secretaria de Saúde de Maceió e Gabinete de Enfrentamento à Covid-19 querem evitar caos semelhante ao registrado em Manaus

Por Jobison Barros | Edição do dia 22/01/2021

Matéria atualizada em 21/01/2021 às 21h49

Cilindros de oxigênio vêm sendo cada vez mais usados pelos hospitais no tratamento de pacientes com Covid-19
Cilindros de oxigênio vêm sendo cada vez mais usados pelos hospitais no tratamento de pacientes com Covid-19 | : Divulgação

A Prefeitura de Maceió solicitou aos hospitais da capital e às empresas fornecedoras de oxigênio que encaminhem, em um prazo de 72 horas, um relatório explicativo sobre como será efetivado o planejamento das unidades em um cenário de pico da Covid-19, inclusive com a disponibilidade atual e a ideal de estoque para o enfrentamento da crise. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e o Gabinete de Gestão Integrada para o Enfrentamento à Covid-19 solicitaram as informações para saber dessas instituições os procedimentos que estão sendo adotados com o fim de evitar o desabastecimento de oxigênio, para os eventuais casos de tratamento de coronavírus. O receio é que ocorra em Maceió a lamentável situação registrada em Manaus, no Amazonas. Com a possibilidade real do aumento do número de casos e contaminação pelo novo coronavírus no início da pandemia, ainda em março passado, o coordenador do GGI, Claydson Moura, garante que o Município tem providenciado as devidas medidas de controle para continuar retomando a desaceleração da transmissão do vírus na capital. Além disso, Claydson reforça que as respostas dos hospitais a respeito dos níveis de oxigênio disponibilizados serão encaminhadas para o promotor Paulo Roberto, da Promotoria de Saúde do Ministério Público Estadual. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Pedro Madeiro, a tragédia humanitária em Manaus ensina que a falta de planejamento é fatal quando se está vivendo em meio a uma pandemia, por isso, é importante estar sempre alerta. “É nosso dever agir com prudência e responsabilidade para que o caos de Manaus não se repita”, apontou. O pedido é para que o Hospital Vida, Hospital do Coração, Hap Vida, Hospital Arthur Ramos, Hospital MedRadius, Hospital Sanatório, Hospital Veredas e Santa Casa de Misericórdia apresentem as informações sobre os níveis de abastecimentos disponíveis. Além dos hospitais, o GGI também pediu informações às empresas White Martins, Gruy Gases Medicinais e Industriais e Lumian Healthcare.

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