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Turismo

MACEIÓ É A 3ª CIDADE MAIS PROCURADA POR BRASILEIROS

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Por Hebert Borges | Edição do dia 21/01/2021

Matéria atualizada em 20/01/2021 às 19h43

Maceió foi a terceira cidade do país mais procurada por brasileiros em 2020. É o que aponta o levantamento da agência de viagens online Decolar, realizado com base nas vendas de hotelaria no site e aplicativo da empresa, de janeiro a dezembro de 2020. O Rio de Janeiro ficou no topo da lista. Em segundo lugar aparece São Paulo (SP) e depois de Maceió estão Gramado (RS) e Fortaleza (CE). Em comparação com o mesmo período de 2019, os dados apontam que Maceió ganhou duas posições. O Rio de Janeiro subiu uma posição no ranking, trocando de lugar com São Paulo, que liderava a lista no ano passado. Entre os 10 destinos mais procurados no Brasil, cinco estão na região Nordeste – Maceió (3ª), Fortaleza (5ª), Natal (6ª), Porto de Galinhas (8ª) e Salvador (9ª). O turismo pelo Brasil segue adotando uma série de medidas de biossegurança por causa da pandemia de Covid-19, como as estabelecidas pelo selo “Turismo Responsável, Limpo e Seguro” do Ministério do Turismo. Ao todo, já são 26.012 selos. Trata-se de uma sinalização visual que identifica estabelecimentos e guias de turismo que assumiram, declaradamente, o compromisso em adotar protocolos de biossegurança para proteger turistas e trabalhadores contra a Covid-19. E, desta forma, possibilitar que a retomada das atividades turísticas ocorra de forma mais segura no Brasil. Contudo, conforme o Ministério do Turismo (MTur) divulgou e a Gazeta noticiou, Alagoas foi o único estado do País que recusou recursos federais para a realização de ações de promoção de destinos turísticos. De acordo com o MTur, para receber os recursos, as secretarias estaduais de Turismo precisaram cadastrar propostas de promoção dos seus destinos internos até outubro do ano passado. “Alagoas manifestou não ter interesse naquele momento”, disse o ministério.

A verba era para apoiar as secretarias estaduais de Turismo na construção de campanhas promocionais tanto de rotas turísticas quanto de produtos regionais, com foco no turismo interno e de proximidade (curta distância) que, seguindo tendências mundiais, será um dos principais impulsionadores da retomada do turismo. Ao todo, 16 estados e o Distrito Federal firmaram convênio com o governo federal e, juntos, totalizaram um investimento de R$ 8,3 milhões. A maioria recebeu R$ 500 mil, o que ficou com o menor valor foi o Distrito Federal, com R$ 431,3 mil.

Sobre a recusa, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, disse que o Estado resolveu aguardar uma nova chamada, “com convênios que contemplem Alagoas de maneira mais representativa”. Brito disse que o governo fez investimentos com recursos próprios para promover o destino Alagoas. “O Governo de Alagoas trabalhou em diversas frentes para preparar o estado para a retomada da atividade turística, com um investimento de aproximadamente R$ 9 milhões em campanhas junto aos principais players do setor”, detalhou. “Dessa forma, tendo em vista os investimentos já executados oriundos de recursos próprios do Governo do Estado, resolvemos aguardar uma nova chamada, com convênios que contemplem Alagoas de maneira mais representativa e com repasses que garantam a continuidade do trabalho de promoção do destino que já vem sendo executado”, completou.

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