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Pandemia

AUXÍLIO EMERGENCIAL SALVA RECEITA ESTADUAL

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Por arnaldo ferreira | Edição do dia 20/02/2021

Matéria atualizada em 19/02/2021 às 20h39

Cícero Péricles ressalta que indicadores revelam a necessidade de novas medidas estímulo à economia de Alagoas
Cícero Péricles ressalta que indicadores revelam a necessidade de novas medidas estímulo à economia de Alagoas | © Ailton Cruz

O saldo positivo na receita estadual no ano passado, principalmente do ICMS, deveu-se, principalmente, a entrada dos R$ 5,4 bilhões do Auxílio Emergencial na economia alagoana e dos recursos do Programa de Manutenção do Emprego e Renda, que seguraram as empresas nas áreas de comércio e serviços, influenciando positivamente o consumo e as taxas de emprego. As primeiras informações sobre o desempenho no final do ano passado e começo deste ano já indicam a necessidade de novas medidas de estímulos à economia, afirma Cícero Péricles. O consumo, em Alagoas, pelo segundo ano seguido, apresentou taxas negativas no comércio (-2,2%) e no setor de serviços (-16,1%). O desemprego geral calculado pelo IBGE, chegou a 222 mil trabalhadores da população economicamente ativa e mais 300 mil alagoanos estão no desalento, ou seja, desistiram de procurar emprego. No ano passado, o nível de emprego com carteira assinada ficou positivo graças ao Programa de Manutenção do Emprego, que segurou milhares de postos de trabalho. Os anúncios de criação de empresas não destacam seu aspecto mais importante: 80% dos empreendimentos criados são do tipo microempreendedor individual, os MEI’s, que respondem mais ao desemprego que a dinâmica empresarial. Esses indicadores revelam a necessidade de novas medidas estímulo à economia, ensina Cícero Péricles. af

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