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Consumo

CONFIANÇA DO COMÉRCIO DE AL ATINGE MAIOR NÍVEL EM 15 MESES

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Por Da Redação | Edição do dia 15/09/2021

Matéria atualizada em 14/09/2021 às 19h36

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Maceió atingiu 120,4 pontos em agosto, o maior patamar dos últimos 15 meses, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (14), pelo Instituto Fecomércio-AL. De acordo com a entidade, o desempenho representa uma recuperação das expectativas otimistas do empresário. Segundo o assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL), Victor Hortencio, algo parecido só foi visto, recentemente, em abril de 2020, “quando estávamos no início da pandemia e seus impactos ainda não tinham sido sentidos pelos empresários do setor”. A retomada do otimismo começou após a queda de maio, mês em que o indicador registrou o pior desempenho de 2021, ficando em um quadrante negativo de 98,9 pontos. Considerando que em agosto de 2020 o nível de confiança foi mais baixo ainda, com apenas 85,7 pontos, a variação anual traz um número positivo, pois o indicador cresceu 40,49%. O baixo desempenho do ano passado refletia o momento crítico de paralisação parcial das atividades econômicas causada pelo agravamento da pandemia de Covid-19 nos primeiros meses daquele ano. Na variação mensal, entre as subcategorias do ICEC, o único subíndice que apresentou variação negativa foi o da Situação Atual dos Estoques, com queda de 3,3%. “Esse resultado pode ser entendido pela proximidade do final do ano, fazendo com que os empresários esperem um pouco mais para renovarem seus estoques e se organizarem para o período mais dinâmico em termos de vendas, que é dezembro”, explica o economista. Já na composição setorial do indicador, houve crescimento de 14,3% (julho/agosto) no subíndice que mensura as Condições atuais do Empresário do Comércio. Isso foi consequência de um crescimento simultâneo dos três índices secundários: o de Condições Atuais do Comércio (15,8%), o de Condições Atuais da Economia (12%) e o de Condições Atuais das Empresas Comerciais (14,6%). Variação positiva também na percepção das Condições Atuais do Empresário do Comércio, que cresceu 122% quando comparado ao mesmo período de 2020.

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