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Confira os destaques da política alagoana #FN23072021

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Por FATOS & NOTÍCIAS | Edição do dia 23/07/2021

Matéria atualizada em 22/07/2021 às 21h47

O novo decreto do governo com relação às medidas preventivas contra a Covid-19 em todo o Estado de Alagoas flexibilizou novos setores da economia, como o setor de eventos, um dos mais prejudicados com as ações restritivas impostas pelo governo.

Muito embora o número de mortos diariamente continue assustando as autoridades de saúde, que gira em torno de 15 já há alguns dias, se vislumbra em dados estatísticos que a pandemia perde força, o que não representa que se vá afrouxar as medidas de segurança. O que o governo pretende e já está em tempo, é tentar voltar à normalidade, como a volta às aulas, por exemplo.

Ao contrário de alguns meses, os hospitais públicos funcionam hoje com a capacidade reduzida, o que garante atendimentos mais rápidos e eficientes de toda uma equipe médica e de auxiliares, que se esforçaram o bastante para evitar mortes e conter a pandemia.


CONTRASSENSO

Enquanto os hospitais Metropolitano, da Mulher e as UPAs distribuídas pela cidade trabalham com certa folga, principalmente nas UTIs instaladas, o Hospital Geral do Estado continua beirando o caos, com pacientes distribuídos até pelos corredores da instituição. Ou falta competência para uma maior logística de distribuição por parte do governo para quem procura as unidades de saúde, ou a situação no HGE definitivamente é um caso sem solução.


RIGOROSO

A prefeitura de Maceió tem trabalhado para tapar as crateras que aparecem na cidade, mas o inverno rigoroso impede uma ação mais efetiva por parte das secretarias envolvidas na manutenção das ruas e avenidas.


REPETIÇÃO

Como acontece todos os anos e sem uma política hídrica do governo para resolver o problema da estiagem, o Estado decretou ontem situação de anormalidade ou emergencial, para 42 municípios alagoanos. Aliado ao atraso da distribuição de sementes no começo do ano, pequenos agricultores do semiárido e do Sertão sofrem mais as consequências.


MÁ IMPRESSÃO

Seria trágico, se não fosse cômico, a tentativa desesperada de servidores do Estádio Rei Pelé utilizando rodos para retirar a água empossada no gramado durante o jogo CSA x Vasco da Gama. Isso demonstra que a direção do estádio não vem cuidando devidamente da drenagem do campo. As imagens no SportTV constrangeram os alagoanos.


EM FALTA

Ao menos 14 reeducandos do sistema prisional de Alagoas ganharam às ruas este ano sem que fossem monitorados por tornozeleira eletrônica porque o equipamento estava em falta. Um documento da Secretaria de Estado e Ressocialização Social (Seris) mostra um servidor respondendo aos juízes da Vara de Execuções Penais que “o número de tornozeleiras alcançou a capacidade máxima em instalações.”


PRAZO

Na última quarta-feira (14), o desembargador Celyrio Adamastor, que coordena o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Tribunal de Justiça de Alagoas, determinou que a Seris deve tomar as providências cabíveis no sentido de viabilizar as tornozeleiras eletrônicas para os 14 réus indicados em um documento que ele enviou. No documento, o desembargador dá um prazo máximo de cinco dias para que a secretaria resolva o problema.


FILÔMETRO

Os maceioenses agora podem acompanhar o tamanho das filas nos pontos de vacinação contra a Covid-19 na capital. O ‘filômetro’, disponibilizado pela prefeitura no site vacina.maceio.al.gov.br, vai permitir que a população saiba em qual local há menor fluxo de pessoas que procuram ser imunizadas naquele momento.


» A vacinação contra a Covid-19 avança em Maceió, onde mais de 60% de maceioenses com 18 anos ou mais já receberam a primeira dose

» Desses, 22,09% já concluíram o ciclo vacinal, com as duas doses ou com o imunizante de dose única.

» Com 589 mil doses aplicadas, o município mantém o propósito de cuidar da população, com índices significativos de cobertura, superando as metas de imunização, especialmente entre os públicos considerados mais vulneráveis à infecção.

» A pandemia do novo coronavírus tirou até ontem 547.016 vidas. Em 24 horas, foram registradas 1.412 novas mortes. O coeficiente de mortalidade, o índice de mortes por 100 mil habitantes, ficou em 260,3.

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