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Política

MÉDICOS PARALISAM ATIVIDADES E GESTANTES FICAM SEM ATENDIMENTO EM HOSPITAL DE UNIÃO TATIANNE LOPES REPÓRTER AS GESTANTES QUE RESIDEM EM UNIÃO DOS PALMARES E EM OUTROS 11 MUNICÍPIOS ATENDIDOS PELA MATERNIDADE DO HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO ESTÃO SEM RECEBER ATENDIMENTO DEVIDO À PARALISAÇÃO DOS MÉDICOS QUE ATUAM NA UNIDADE DE SAÚDE, NESTA QUARTA-FEIRA (22). A CATEGORIA COBRA O PAGAMENTO DOS SALÁRIOS ATRASADOS, QUE DEVERIA SER REALIZADO PELO GOVERNO DO ESTADO, DE ACORDO COM O TERMO DE COOPERAÇÃO

As gestantes que residem em União dos Palmares e em outros 11 municípios atendidos pela Maternidade do Hospital São Vicente de Paulo estão sem receber atendimento devido à paralisação dos médicos que atuam na unidade de saúde, nesta quarta-feira (22). A c

Por tatianne lopes | Edição do dia 23/06/2022

Matéria atualizada em 22/06/2022 às 22h48

As gestantes que residem em União dos Palmares e em outros 11 municípios atendidos pela Maternidade do Hospital São Vicente de Paulo estão sem receber atendimento devido à paralisação dos médicos que atuam na unidade de saúde, nesta quarta-feira (22). A categoria cobra o pagamento dos salários atrasados, que deveria ser realizado pelo Governo do Estado, de acordo com o Termo de Cooperação assinado pelo ex-secretário Alexandre Ayres e o ex-governador Renan Filho.

Conforme a diretora do hospital, Paula Lima, a unidade chegou a cogitar o fechamento, porém, após a reunião com o governo, decidiu manter o funcionamento. No entanto, as promessas feitas pela antiga gestão não foram cumpridas, culminando na paralisação dos médicos nesta quarta-feira.

“Tínhamos comunicado à região que iríamos encerrar as atividades, porque não havia mais condições de manter o hospital, por falta de recursos. Em conversa com líderes, no entanto, eles decidiram manter a maternidade aberta, assinando o Termo de Cooperação, se comprometendo a assumir os pagamentos dos médicos. Segundo o acordo, a partir de abril, esses pagamentos seriam de responsabilidade do Estado, mas isso não foi feito e, desde então, a gente vem nessa luta na Sesau”, disse. “Tínhamos comunicado à região que iríamos encerrar as atividades, porque não havia mais condições de manter o hospital, por falta de recursos. Em conversa com líderes, no entanto, eles decidiram manter a maternidade aberta, assinando o Termo de Cooperação, se comprometendo a assumir os pagamentos dos médicos. Segundo o acordo, a partir de abril, esses pagamentos seriam de responsabilidade do Estado, mas isso não foi feito e, desde então, a gente vem nessa luta na Sesau”, disse.

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